Tendinopatias e Lesões Esportivas
Tendinite, fascite plantar e lesão recorrente no treino,
tratamento sem cirurgia

Sinais que pedem avaliação
Sinais de tendinopatia ou lesão de overuse
Dor no calcanhar pela manhã
Fascite plantar, dor intensa nos primeiros passos do dia.
Dor no ombro ao levantar o braço
Tendinite do supraespinhoso ou bursite subacromial.
Dor lateral no quadril ao caminhar
Tendinite glútea (síndrome do trocânter).
Dor no cotovelo ao apertar a mão
Epicondilite lateral ('cotovelo de tenista') ou medial.
Dor na patela ao agachar ou subir escada
Tendinopatia patelar ('joelho de saltador').
Mesma lesão volta a cada ciclo de treino
Padrão clássico, exige correção da causa, não só repouso.
Causas e mecanismos
Por que a tendinopatia se instala
Tendinopatia não é apenas inflamação, é uma alteração da estrutura do tendão por sobrecarga repetida. O tendão perde organização das fibras, desenvolve áreas de degeneração e passa a doer mesmo em cargas baixas. Anti-inflamatório alivia o sintoma, mas não corrige a estrutura.
Aumento rápido de carga ou volume de treino.
Técnica inadequada, corrida, musculação, esportes com gesto repetitivo.
Calçado inadequado ou superfície de treino dura.
Desequilíbrio muscular entre agonista e antagonista.
Idade, após os 35 anos os tendões respondem mais lentamente.
Doenças sistêmicas, diabetes, hipotireoidismo, dislipidemia.
Tratamento prévio interrompido cedo demais.
Por que não adiar
Tendinopatia crônica não regride sozinha.
Tendões têm baixa vascularização, o que torna a regeneração natural lenta. Quando a tendinopatia passa de três meses, o repouso isolado deixa de funcionar, o tendão precisa de estímulo para se reorganizar. Terapia por ondas de choque (especialmente focal) é o padrão atual para tendinopatias crônicas, com evidência consistente de redução de dor e recuperação funcional.
Como é a consulta
O caminho até voltar a treinar
Avaliação do tendão e do gesto esportivo
Exame físico, ultrassom em consultório e revisão da rotina de treino.
Tratamento direcionado
Terapia por ondas de choque (focal ou radial), infiltração guiada por ultrassom em casos selecionados, agulhamento seco para componente miofascial.
Plano de retorno ao esporte
Progressão de carga, correção de técnica e ajuste de volume para evitar recidiva.

Quem vai atender
Dra. Laura Tabacof
Médica Fisiatra · Especialista em Tratamento da Dor e Neuromodulação
Residência em Medicina Física e Reabilitação (FMUSP)
Pós-doutorado no Icahn School of Medicine at Mount Sinai (Nova York)
Assistant Professor em Reabilitação e Performance Humana
Formação em Estimulação Magnética Transcraniana (Harvard Medical School)
Comitê da Sociedade Brasileira de Neuromodulação
Ex-membro da Associação Médica Brasileira (reabilitação pós-COVID)
Sócia e cofundadora da Apollo Reabilitação
Depoimentos de Pacientes
É uma profissional de competência exemplar, que conduz o tratamento da dor crônica sob uma perspectiva moderna e muito assertiva. Para quem busca uma medicina de alto nível, ética e verdadeiramente resolutiva, a Dra. Laura é a maior referência que eu poderia recomendar. Essencial para quem não aceita menos que a excelência no cuidado com a saúde
Excelente profissional! Dra. Laura Tabacof é extremamente atenciosa, competente e demonstra um conhecimento profundo em suas especialidades. Tem uma abordagem humanizada e realmente se preocupa com a evolução do paciente. Recomendo de olhos fechados para quem busca qualidade de vida e um atendimento diferenciado!
Médica sensata e competente. Realiza um bom exame e é bem assertiva no que fala. Bem delicada nos procedimentos que realiza no consultório.
Fui atendida pela Dra Laura Tabacof, uma profissional excelente, serena, eficiente. Sai da Appolo me sentindo outra pessoa. Parabéns Dra Laura.Obrigada


FAQ
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