Dor Crônica
Investigação da causa, plano de tratamento
estruturado e acompanhamento ao longo da reabilitação

Sinais que pedem avaliação
Sinais de que a sua dor é crônica
Dor que dura mais de três meses
O analgésico funciona por algumas horas e a dor volta no dia seguinte.
Já passou por vários médicos
Sem chegar a um diagnóstico claro nem a um plano de tratamento.
Fisioterapia melhorou, mas não resolveu
A dor diminui durante o tratamento e retorna quando você para.
Limita atividades do dia a dia
Atrapalha o sono, o trabalho, o esporte ou tarefas simples como vestir-se.
Vem acompanhada de cansaço e ansiedade
Quando a dor passa de meses, o corpo e a mente se desgastam juntos.
Já recebeu o diagnóstico de fibromialgia ou dor neuropática
Condições crônicas que respondem a tratamentos específicos da fisiatria.
Causas e mecanismos
Por que a dor se torna crônica
A dor é considerada crônica quando dura mais de três meses ou ultrapassa o tempo esperado de cicatrização de uma lesão. Nessa fase, o problema deixa de ser apenas o tecido lesado e passa a envolver o sistema nervoso, que aprende a interpretar estímulos comuns como dor.
Lesão inicial não tratada adequadamente, tendinite, hérnia de disco, entorse.
Sensibilização central, o cérebro amplifica sinais de dor mesmo na ausência de lesão ativa.
Dor neuropática, lesão de nervo por cirurgia, trauma ou doença neurológica.
Fibromialgia, condição com critérios diagnósticos próprios.
Pós-COVID, sequela com manifestação muscular e neurológica.
Fatores associados, sono ruim, sedentarismo, ansiedade, estresse crônico.
Uso prolongado de analgésicos sem investigar a causa.
Por que não adiar
O custo de adiar a investigação.
Quanto mais tempo a dor permanece sem tratamento estruturado, mais o sistema nervoso se adapta a ela. O que começa como dor localizada vira dor difusa; o que era controlado com analgésico passa a exigir doses maiores. A boa notícia: dor crônica responde a tratamento, especialmente quando o plano combina investigação da causa, procedimentos direcionados e, em casos refratários, neuromodulação.
Como é a consulta
O que acontece na sua consulta
Avaliação completa de 90 minutos
Histórico da dor, exame físico, revisão dos exames anteriores e diagnóstico.
Plano de tratamento individualizado
Combinação de medicação, procedimentos guiados por ultrassom e, quando indicado, neuromodulação.
Retorno em 30 dias
Reavaliação do que funcionou e ajuste do plano. Incluso na consulta inicial.

Quem vai atender
Dra. Laura Tabacof
Médica Fisiatra · Especialista em Tratamento da Dor e Neuromodulação
Residência em Medicina Física e Reabilitação (FMUSP)
Pós-doutorado no Icahn School of Medicine at Mount Sinai (Nova York)
Assistant Professor em Reabilitação e Performance Humana
Formação em Estimulação Magnética Transcraniana (Harvard Medical School)
Comitê da Sociedade Brasileira de Neuromodulação
Ex-membro da Associação Médica Brasileira (reabilitação pós-COVID)
Sócia e cofundadora da Apollo Reabilitação
Depoimentos de Pacientes
É uma profissional de competência exemplar, que conduz o tratamento da dor crônica sob uma perspectiva moderna e muito assertiva. Para quem busca uma medicina de alto nível, ética e verdadeiramente resolutiva, a Dra. Laura é a maior referência que eu poderia recomendar. Essencial para quem não aceita menos que a excelência no cuidado com a saúde
Excelente profissional! Dra. Laura Tabacof é extremamente atenciosa, competente e demonstra um conhecimento profundo em suas especialidades. Tem uma abordagem humanizada e realmente se preocupa com a evolução do paciente. Recomendo de olhos fechados para quem busca qualidade de vida e um atendimento diferenciado!
Médica sensata e competente. Realiza um bom exame e é bem assertiva no que fala. Bem delicada nos procedimentos que realiza no consultório.
Fui atendida pela Dra Laura Tabacof, uma profissional excelente, serena, eficiente. Sai da Appolo me sentindo outra pessoa. Parabéns Dra Laura.Obrigada


FAQ
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